5 de mai. de 2010
LOS TORRONES
Muito phoda. Rock bom, pegada forte, senso de humor. Deixa muita bandinha tira-onda-de-60 no chinelo, com menos tempo de estrada e menos idade também.
2 de nov. de 2009
NOVA GERAÇÃO
Olhos abertos para a nova geração do rock brasiliense. Novamente, foi o Balaio que abriu o espaço para - com todo o respeito - a pirralhada mostrar o que sabe, com o incentivo do Superquadra, Cláudio Bull, e organização de Fábio Barreto, cuja intenção, diz ele, é abrir espaço para as bandas de colégio mesmo!
Foi realmente chocante me deparar com um pessoal tããão jovem. A abertura do evento se deu com pocket-show de Clemente e a banda Dona Laura que, parece-me, contavam com integrantes entre 14 a 16 anos. Não peguei os dois shows, mas as duas últimas bandas a tocar foram as mais marcantes de qualquer jeito.
GENITAIS DO CERRADO (GDC)
A banda de faixa etária um tiquinho mais alta, de 17 a 18 anos, começou com um som de características claramente indie, com uma guitarrinha mais pronunciada, mas com letras em português. Muito bom começo.
Depois, porém, perdeu um pouco a coerência, virou meio que uma mistureba de estilos, mas o senso de humor, o cover de Ultrage a Rigor e a brincadeira com Dança do Vampiro (hello, Zé Recado e Tommy Nota já fez isso!) animaram o público até o fim.
No geral a banda tem pegada forte, técnica legal e uma postura roqueira. Há um ano juntos, os integrantes alegaram que sua maior influência é o disco Racional, do Tim Maia, mas isso não ficou óbvio em suas composições, não.
De influências brasilienses, a Watson foi a eleita pela banda, que afirmou também que o som da próxima geração - apesar da força da onda Emo atual - vai ser meio que "vale-tudo".
MEIAS DESCOLORIDAS
Eu não sou muito fã de bandas com trezentos integrantes - com exceção dos Titãs - mas ao bater o olho na banda e ver uma mina no vocal, outra na batera, e dois sax, fiquei curiosa. Os sete integrantes, com idades entre 17 e 18, eram todos fofinhos, bonitinhos, e, aparentemente, sem veia roqueira.
Ledo engano!!! Olhos mais abertos ainda para a Meias Descoloridas!!! Uma mistura super harmônica de sons, a banda animou muito o público, com uma pegada firme, com técnica, mas ainda relax e alta qualidade musical. É uma questão de tempo e maturidade até virarem uma banda altamente phoda.
Influenciada pelo ska, bossa, 60's, indie e até mesmo pelas artes, a Meias tem um ano e dois meses de existência bem afinada. As bandas brasilienses de sua preferência incluem Superquadra, Nancy e Cassino Super Nova.
Perguntados sobre o som da próxima geração, a resposta veio: "nada de emo! Uma música mais alternativa, misturada".
Com um cover do White Stripes e uma versão de The Cure, ganharam meus ouvidos!
Foi realmente chocante me deparar com um pessoal tããão jovem. A abertura do evento se deu com pocket-show de Clemente e a banda Dona Laura que, parece-me, contavam com integrantes entre 14 a 16 anos. Não peguei os dois shows, mas as duas últimas bandas a tocar foram as mais marcantes de qualquer jeito.
GENITAIS DO CERRADO (GDC)
A banda de faixa etária um tiquinho mais alta, de 17 a 18 anos, começou com um som de características claramente indie, com uma guitarrinha mais pronunciada, mas com letras em português. Muito bom começo.
Depois, porém, perdeu um pouco a coerência, virou meio que uma mistureba de estilos, mas o senso de humor, o cover de Ultrage a Rigor e a brincadeira com Dança do Vampiro (hello, Zé Recado e Tommy Nota já fez isso!) animaram o público até o fim.
No geral a banda tem pegada forte, técnica legal e uma postura roqueira. Há um ano juntos, os integrantes alegaram que sua maior influência é o disco Racional, do Tim Maia, mas isso não ficou óbvio em suas composições, não.
De influências brasilienses, a Watson foi a eleita pela banda, que afirmou também que o som da próxima geração - apesar da força da onda Emo atual - vai ser meio que "vale-tudo".
MEIAS DESCOLORIDAS
Eu não sou muito fã de bandas com trezentos integrantes - com exceção dos Titãs - mas ao bater o olho na banda e ver uma mina no vocal, outra na batera, e dois sax, fiquei curiosa. Os sete integrantes, com idades entre 17 e 18, eram todos fofinhos, bonitinhos, e, aparentemente, sem veia roqueira.
Ledo engano!!! Olhos mais abertos ainda para a Meias Descoloridas!!! Uma mistura super harmônica de sons, a banda animou muito o público, com uma pegada firme, com técnica, mas ainda relax e alta qualidade musical. É uma questão de tempo e maturidade até virarem uma banda altamente phoda.
Influenciada pelo ska, bossa, 60's, indie e até mesmo pelas artes, a Meias tem um ano e dois meses de existência bem afinada. As bandas brasilienses de sua preferência incluem Superquadra, Nancy e Cassino Super Nova.
Perguntados sobre o som da próxima geração, a resposta veio: "nada de emo! Uma música mais alternativa, misturada".
Com um cover do White Stripes e uma versão de The Cure, ganharam meus ouvidos!
***
No mais, organizadores e bandas foram uníssonos em um aspecto: falta espaço para som original em Bsb. Os locais existentes, como Landscape, Blackout (que, salvo engano, já fechou), O'Reilley e Stadt Bier têm diminuído a agenda "ao vivo" cada vez mais ou, então, só querem saber de covers.
Tsc, tsc, o que aconteceu com a cidade do rock?
No mais, organizadores e bandas foram uníssonos em um aspecto: falta espaço para som original em Bsb. Os locais existentes, como Landscape, Blackout (que, salvo engano, já fechou), O'Reilley e Stadt Bier têm diminuído a agenda "ao vivo" cada vez mais ou, então, só querem saber de covers.
Tsc, tsc, o que aconteceu com a cidade do rock?
19 de out. de 2009
JAZZ NO BALAIO
O Balaio Café, na 201 Norte, está apostando no jazz, às terças-feiras, para entreter seu público. Ted Falcon e seus convidados arrasaram da última vez, com seu som eclético, tecnicamente impecável, mas com uma levada fusion, com muita mescla de estilo, que deixou tudo bem original.
Vale dar uma passada lá.
Vale dar uma passada lá.
PORÃO DO ROCK 2009
O último dia do Porão foi um espetáculo à parte de todo o resto do evento. A pilha das bandas, a atitude do público e a expectativa em relação às apresentações se uniram para criar uma vibe roqueira muito.foda.
PLEBE RUDE
O show da Plebe Rude, que normalmente recebe do brasiliense um arzinho de "ai, de novo?", foi revitalizado pela presença de palco de Clemente, com sua pilha punk rock residual do Inocentes. Ele puxou a galera, pulou no palco, cantou com a alma. Foi pura atitude rock n' roll e sabe-se que é disso que estamos precisando em meio a essa onda emo-pop.
Não dá para desmerecer o vocalista Felipe Seabra que, mesmo rouco, deu seu máximo ao microfone e ainda aproveitou para soltar várias agulhadas bem-humoradas, sendo algumas bem diretas, como a dirigida ao Cachorro Grande que, na noite anterior, esculaxou o trabalho dos roadies por conta de problemas de equipamento.
Alfinetadas à parte, o show, que serviu de grande abertura para o domingo, foi um gatilho para o resto da noite.
PARALAMAS DO SUCESSO
Com toda a carga de drama que Herbert carrega mesmo sem querer, o cara tem um jeito de pegar leve e de levar uma batida rock n' roll. Com um repertório impecavelmente equilibrado entre as clássicas, as pops e as novas, o show oscilou apenas entre pura animação e pura emoção.
A imagem no telão de um menino, que, nem de longe, viveu o início do Paralalamas nos anos 80, mas chorou ao som de "eu sei de onde vem o tiro" foi de tirar o fôlego do público e da banda.
No mais, Paralamas dispensa apresentações. Show de bola!
LITTLE QUAIL AND THE MAD BIRDS
Eu adoro Autoramas, mas que dá uma dó lembrar que Little Quail acabou, dá!
Uma das bandas mais originais, alternativas, loucas, fodas de Brasília, e que não veio dos anos 80 e, sim, dos 90, deu um show no Porão. Pogo compulsivo ao som de 1,2,3,4..., além de clássicos como Dezesseis - uma perfeita homenagem aos endereços cartesianos de Bsb - levaram os fãs e a garotada à loucura.
Pho.da.
RAIMUNDOS
Com todo o respeito ao Digão que, pelo menos mantém no ar as músicas de uma das bandas mais pauleiras e, ao mesmo tempo, populares do país, mas Raimundos sem Rodolfo de frontman é difícil de aceitar.
Puro preconceito? Sim, provavelmente. Mas ninguém há de negar que a empolgação de Rodolfo era parte do conceito da banda, às vezes, mais até que a música.
Ainda assim, valeu. Muito mosh, pogo, som porrada, nostalgia pura!
LEGIÃO URBANA
Falaram que eles vinham. Eu dei de ombros como se fosse a lenda urbana mais absurda do planeta. Insistiram que Bonfá e Dado vinham tocar e que Herbert e outros iam de vocal. Eu pensei: "até parece". Graças a Deus, paguei língua.
Não deixaram barato. O vídeo no telão com entrevistas antigas e documentando a chegada dos integrantes da Legião depois de tantos anos sem um show por aqui - mesmo antes da partida precipitada do seu grande poeta, Renato Russo - levou o público às lágrimas. Não houve marmanjo que se segurasse ao som de Pais e Filhos, Ainda é cedo, e todas as outras músicas-símbolo da Legião.
Inacreditável. Impossível. Mas estava tudo lá, acontecendo, como descreveram na lenda urbana. A cidade criticada por não possuir uma identidade cultural forte estava lá, unida, mostrando a si e ao mundo que senioridade não é só o que garante uma expressão cultural válida.
Estava lá nossa cultura. Unindo nossas tribos Urbanas, a Legião.
PLEBE RUDE
O show da Plebe Rude, que normalmente recebe do brasiliense um arzinho de "ai, de novo?", foi revitalizado pela presença de palco de Clemente, com sua pilha punk rock residual do Inocentes. Ele puxou a galera, pulou no palco, cantou com a alma. Foi pura atitude rock n' roll e sabe-se que é disso que estamos precisando em meio a essa onda emo-pop.
Não dá para desmerecer o vocalista Felipe Seabra que, mesmo rouco, deu seu máximo ao microfone e ainda aproveitou para soltar várias agulhadas bem-humoradas, sendo algumas bem diretas, como a dirigida ao Cachorro Grande que, na noite anterior, esculaxou o trabalho dos roadies por conta de problemas de equipamento.
Alfinetadas à parte, o show, que serviu de grande abertura para o domingo, foi um gatilho para o resto da noite.
PARALAMAS DO SUCESSO
Com toda a carga de drama que Herbert carrega mesmo sem querer, o cara tem um jeito de pegar leve e de levar uma batida rock n' roll. Com um repertório impecavelmente equilibrado entre as clássicas, as pops e as novas, o show oscilou apenas entre pura animação e pura emoção.
A imagem no telão de um menino, que, nem de longe, viveu o início do Paralalamas nos anos 80, mas chorou ao som de "eu sei de onde vem o tiro" foi de tirar o fôlego do público e da banda.
No mais, Paralamas dispensa apresentações. Show de bola!
LITTLE QUAIL AND THE MAD BIRDS
Eu adoro Autoramas, mas que dá uma dó lembrar que Little Quail acabou, dá!
Uma das bandas mais originais, alternativas, loucas, fodas de Brasília, e que não veio dos anos 80 e, sim, dos 90, deu um show no Porão. Pogo compulsivo ao som de 1,2,3,4..., além de clássicos como Dezesseis - uma perfeita homenagem aos endereços cartesianos de Bsb - levaram os fãs e a garotada à loucura.
Pho.da.
RAIMUNDOS
Com todo o respeito ao Digão que, pelo menos mantém no ar as músicas de uma das bandas mais pauleiras e, ao mesmo tempo, populares do país, mas Raimundos sem Rodolfo de frontman é difícil de aceitar.
Puro preconceito? Sim, provavelmente. Mas ninguém há de negar que a empolgação de Rodolfo era parte do conceito da banda, às vezes, mais até que a música.
Ainda assim, valeu. Muito mosh, pogo, som porrada, nostalgia pura!
LEGIÃO URBANA
Falaram que eles vinham. Eu dei de ombros como se fosse a lenda urbana mais absurda do planeta. Insistiram que Bonfá e Dado vinham tocar e que Herbert e outros iam de vocal. Eu pensei: "até parece". Graças a Deus, paguei língua.
Não deixaram barato. O vídeo no telão com entrevistas antigas e documentando a chegada dos integrantes da Legião depois de tantos anos sem um show por aqui - mesmo antes da partida precipitada do seu grande poeta, Renato Russo - levou o público às lágrimas. Não houve marmanjo que se segurasse ao som de Pais e Filhos, Ainda é cedo, e todas as outras músicas-símbolo da Legião.
Inacreditável. Impossível. Mas estava tudo lá, acontecendo, como descreveram na lenda urbana. A cidade criticada por não possuir uma identidade cultural forte estava lá, unida, mostrando a si e ao mundo que senioridade não é só o que garante uma expressão cultural válida.
Estava lá nossa cultura. Unindo nossas tribos Urbanas, a Legião.
18 de mar. de 2008
SUPER HI-FI
Sabe aquelas bandas que possuem todos os componentes para um estouro e isso te deixa com aquela sensação de que em breve vai ter que dizer: -"Pô, eu conheci eles antes da fama..."? Então, o Super Hi-Fi é meio assim: músicos fodas, galera bacana, banda alternativa, som do mal, rock na veia, sangue no álcool, tímpano estourado e humor sarcástico.
Já tem legião de fãs, seda personalizada, shows inesquecíveis e, o que interessa, muita, mas muita música boa. mesmo. de verdade. falando sério. Apesar de influências que vão do Motorhead passando por Metálica chegando em Misfits, o Super Hi-Fi, surpreendentemente, passa acima do mero som-de-bater-cabeça e carrega em si uma originalidade inexplicável. Apesar do 'peso' das músicas, o som de Perrone (guita), Gralha (baixo e voz) e Caetano (batera) não é um som que aliena ou exclui os não headbangers, pelo contrário, é um som que une fãs de rock e acabou.
Impossível escolher entre Blase, O filho é teu e Tomou Geral. Dimaixxxx.
8 de fev. de 2008
ZÉ RECADO & TOMMY NOTA
Outro power trio originalíssimo. Sinceramente, nem sei explicar porque gosto tanto da banda. Porque eles são bons. Ninguém sabe se eles são loucos mesmo ou se eles se fazem de loucos. De qualquer forma, a banda merece a atenção. O som, originalíssimo, te deixa com a impressão de que um som completamente novo foi apresentado. Ao mesmo tempo, meio psicodélico, meio setenta, meio mutantes e totalmente rock n’ roll. Escrachado, infantil, mas com um impacto inexplicável, Zé recado e Tommy Nota, é uma banda imperdível. Jacques, Felipe e Felipe-ipe são loucos e mandam muito bem. Vale curtir todas as músicas disponíveis no trama ( http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=22087), mas minhas preferidas continuam sendo Moda, Cu e Indiozinho.
COMODORO 77
Já ouvi falarem que a banda fazia som de ogro. Acho que isso não os incomodou nem um pouco. Punk rock com influências de punk rock, um vocalista punk e o resto da banda influenciado pelo punk rock. Jogue aí no meio um pouco mais de punk e já deu pra sacar de qualé a da banda, né?
O som é forte, rápido e levemente tosco, assim como o bom punk rock deve ser. Não é elaborado e nem necessarimente depressivo, mas a alternância entre inferências adolescentes ou farreiras e as agulhadas de caráter político ou mesmo de crise existencial garantem um conteúdo legal ao som.
Érico, Marquito, Mangha e Felipe-ipe estão separados, infelizmente, pelo menos, por enquanto. Então, por enquanto, para matar a saudade, fica o som barulhento e beberrão do Comodoro 77 no IUTUBIU: http://www.youtube.com/watch?v=mQ0DZUQbUgo.
NEVILTON
O power trio de Umuarama/PR foi a melhor surpresa musical que eu já tive nos últimos tempos. Nando Reis teve um filho com o Graforréia Xilarmônica e ele se chama Nevilton: uma banda tecnicamente impecável, com presença de palco, carisma e muita originalidade. Com um quê de Los Hermanos ao fundo (houve gente que discordou veementemente), o Nevilton apresentou ao público uma música que deixa uma sensação de ‘parece que eu já ouvi, mas não sei aonde’. Não é que seja cópia de algo, é que a música passa uma sensação deliciosa de familiaridade. Fiquei lutando para identificar todas as influências (um pouco de 80, um pouco de 60, um pouco de jazz), mas foi impossível. O jeito foi parar de escrever e só curtir. Atendendo a pedidos, a banda mandou ver ‘Amigo Punk’, do próprio Graforréia, e embasbacou a todos com a exatidão instrumental e vocal do cover. Excelente! Paz e Amores, dedicada pelo vocalista a todos que gostam de jazz e cerveja, e segunda faixa do CD, é meu novo vício musical. Enfim, o Sul mostra que continua produzindo alguns dos melhores sons atuais.
TECHNICOLOR
Na ocasião em que assisti este quinteto goiano, ele havia entrado no palco para substituir a banda Tonighters, do Paraná, que, por problemas com o carro, não conseguiu chegar à Capital.
Infelizmente, devido à preguiça e à intolerância do público brasiliense, a banda acabou fazendo praticamente um show completamente VIP para esta que vos fala. Com letras em Inglês, a banda garante a primeira surpresa quando a pequenina vocalista solta seu vozeirão de Amy Lee from hell, com urros de dar inveja a qualquer fã do Sepultura. A segunda surpresa surge com as incursões de uma flauta transversal em meio ao rock, quebrando o peso, mas não a harmonia da música.
Tecnicamente competente, a banda se mostrou em sintonia, extremamente ensaiada e, nem de longe, aparentou constrangimento diante da ausência de público. A faixa For Kids foi minha preferida por conta do estilão Auf der Mauer e a escolha do cover de Queens of the Stone Age – inabitual para uma banda com vocal feminino – não deixou nem um pouco a desejar.
Ainda penso que a banda é bem novinha, sempre pode amadurecer seu som e torná-lo mais original e coeso, mas o CD, que eu ganhei de cortesia, me deixou apenas boas impressões. Para fãs de Hole, Melissa Auf der Mauer, Amy Lee e para o público teen roqueiro em geral, eu considero sucesso garantido.
PS: no show, a banda fez um cover da trilha de Réquiem para um Sonho, com a flauta da vocalista: PHODÉRRIMA!
2 de fev. de 2008
DESCULPAS
Uma pala virtual acabou com toooooooodos os textos que já estavam prontos há meses para serem postados.
Bandas como a Nevilton, Super Hi-Fi, Brida, Downers e vááárias outras serão incluídas muito em breve.
Bandas como a Nevilton, Super Hi-Fi, Brida, Downers e vááárias outras serão incluídas muito em breve.
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